Diagnóstico, acolhimento e cura

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Descrição

Diagnóstico, Acolhimento e Cura

Pedro Francisco Pires Morel

200 páginas, 211x148mm

Diagnóstico, acolhimento e cura consiste em uma série de registros diários do paciente-autor, Pedro Francisco Pires Morel. É publicado pela Editora Tiragem Livre, sob a classificação Análise Institucional por descrever, com riqueza de detalhes, a relação do paciente em face das múltiplas instituições e seus instituídos. Além das idas e vindas hospitalares, a trajetória apresenta a relação com os químicos especializados no preparo e administração das substâncias usadas para o tratamento da doença; os técnicos que operam as máquinas sofisticadas de diagnóstico; os laços familiares e as amizades, com suas aproximações e distanciamentos. A leitura transversal do livro ilumina o leitor acerca dos múltiplos pertencimentos institucionais de forma simultânea à tentativa de totalidade que cada instituição traz em seu bojo. A posição de paciente, ou seja, de um instituinte que adentra as instituições médicas, objetivando delas logo sair, contrasta com a de pai e marido, que luta por preservar a instituição família. E, assim, paulatinamente a dialética entre os termos os faz serem transformados pelas interações, atualizando a relação sujeito-objeto.

Compreende o livro os seguintes escritos:

 

Prefácios:
Um diário de campo – Ricardo Baitz
Quando o amor pela vida está acima de tudo! – Maria Eugênia Macedo
Breve apresentação – Pedro Francisco Pires Morel

Texto principal:
Diagnóstico, acolhimento e cura

Posfácio:
A vida não vem com manual de instruções – Luciana Poleto Morel

Permissão de reprodução

 

“Compartilhar a sua experiência é dar alento às pessoas que estão em situações similares. Esta leitura é muito interessante, porque a vida… A vida não vem com manual de instruções…” Luciana Poleto Morel

“A leitura de “Diagnóstico, Acolhimento e Cura” foi uma atividade muito prazerosa! A história de Pedro inicia em uma fase de dor e sofrimento, mas o autor transforma esses sentimentos em esperança e essa atitude faz com que haja uma inversão no processo de luta… O normal é a luta contra a doença… Pedro, porém, lutou a favor da vida que, sem dúvida alguma, esteve sempre em primeiro lugar.” Maria Eugênia Macedo

“Nas linhas do diário está o registro de um advogado tornado paciente. É a passagem de quem sempre teve atitude ativa perante os dilemas jurídicos dos clientes para a condição passiva imposta a todos aqueles que se tornam pacientes em um processo de tratamento. A lógica formal separa sujeito (sempre ativo) e objeto (pólo passivo da relação). Você não encontrará essa cisão no texto. Uma das chaves de leitura é procurar, nas linhas do texto, o quão ativo ou passivo um paciente pode ser. Tudo a partir de então se relativizará. Afinal, mais um dia – ou menos um dia – sob o olhar de quem está sob orientação médica é muito ou pouco importante? Como é estar na condição de objeto de orientação médica quando se tem a postura de não se assujeitar na relação, reivindicando seu lugar neste mundo? Essas Maria – e outras – indagações estão respondidas nas entrelinhas do diário.” Ricardo Baitz

“Em um retrato de tempos incertos, de alegrias e tristezas, vitórias e contratempos, a mensagem que não se deixa abater mesmo durante os tempos mais sombrios é a da esperança. Uma época de mudanças e acontecimentos inesperados é retratada de maneira íntima e pessoal, revelando medos e desejos de uma maneira que inspira a não se curvar e desistir, mesmo naquelas que parecem as mais desesperadoras das situações.” André Morel

“Uma história real. Após sua leitura completa, sem dúvida, nos faz perguntar se já a tivéssemos conhecido, como teríamos encarado não só as graves doenças como outras grandes dificuldades da vida… um exemplo e uma lição, enormes….” João Pedro Garcia Morel

 

 

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